terça-feira, 8 de junho de 2021


Vale a pena assistir! Filme sobre casamento de 1 minuto demonstra como é fácil mudarmos a perspectiva



Acesse o link: Filme sobre casamento 

Veja diretamente o curta:

segunda-feira, 7 de junho de 2021


Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 7

Reorganizando o orçamento doméstico


Encare de frente a nova condição!

Organizar as contas pessoais e se planejar é o melhor caminho para se restabelecer e evitar que os problemas decorrentes da separação sejam ampliados por questões financeiras.

Para começar, é preciso mapear novamente todas as despesas e a receita disponível. Pode-se utilizar uma planilha para identificar os custos fixos e o quanto consomem dos rendimentos. Neste momento, o mais importante é focar nas necessidades primordiais com o objetivo de encontrar um custo médio e, a partir disso, incluir outros, aos poucos.

Quem não tem um orçamento doméstico para organizar suas finanças pessoais tende, mesmo com níveis de renda mais elevados, a ter problemas financeiros e endividar-se. 

Então, entende-se que esta situação é válida para a vida não somente em uma condição de divórcio.... fica a reflexão.

Kesia Kupper, economista

domingo, 6 de junho de 2021


 Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 6

Gastos com moradia

Se a casa ou apartamento onde a família vivia era amplo, com mais quartos do que os necessários para a nova configuração, pode ser o momento de trocar o imóvel por um mais viável ao orçamento.

Essa deve ser uma decisão a ser tomada em conjunto, pois impactará principalmente na vida dos filhos, que terão que se dividir entre dois lates e precisam manter uma rotina saudável em ambas as casas.

Gasto com moradia na realidade enquadra em todos os momentos da vida...

Bora pensar nisso e rever este gasto que no momento da separação é imprescindível?

Kesia Kupper, economista

sábado, 5 de junho de 2021

 


Não sei qual caminho tomar...

Numa relação de casal, seja advinda de um casamento formal, seja de uma relação de companheirismo (união estável), em algum momento um dos pares (ou os dois) irá se deparar com adversidades e decisões a serem tomadas sobre qual caminho seguir, qual decisão tomar.

Pode ser que a crise sobrevenha com o nascimento dos filhos, ou com uma dificuldade financeira pela perda do emprego e renda de um dos dois, pela sogra ou sogro que foi morar junto "temporariamente", pela interferência de uma cunhada ou cunhado na educação das crianças, na decoração da casa, no tipo de alimentação, pelo empréstimo de um valor ao compadre, à irmã, etc.

Enfim, diversas são as conjunturas que ocorrem para uma dúvida sobre a continuidade da relação com aquele(a) parceiro(a).

No entanto, quando a pessoa se encontra sem qualquer apoio familiar, psicológico e emocional de um um profissional, sem informações sobre as questões jurídicas que permeiam tanto a separação, a divisão de bens e relação sobre os filhos, assim como sem qualquer noção sobre o que pode acontecer com a parte financeira, acaba tomando decisões precipitadas que podem lhe causar muitos problemas e dissabores em futuro próximo.

Nos anos de experiência no escritório, percebi muitos homens e mulheres que chegaram com a fala de que não tinham pensado direito na época que se separaram, que poderiam ter percorrido outros caminhos antes (como a terapia, a mediação familiar), que não sabiam das consequências jurídicas, que não pensaram na parte financeira de como seria a sobrevivência de quem teria que montar nova casa e de quem ficaria com os filhos e teria que ter uma nova forma de administrar as economias.

Ou seja, ou a separação poderia ter sido evitada, ou se realmente era o caso de acontecer o rompimento, poderiam ter se estruturado melhor para gerenciar os próximos passos para um recomeço mais leve e harmonioso.

E com estas vivências e algumas intervenções percebemos que com ampliação de consciência sobre aquele momento, com abastecimento de informações, as pessoas passam a tomar decisões com mais segurança,  mais estrutura e mais esperança no futuro, possibilitando a reestruturação familiar, seja daquela atual ou da próxima que irá construir.

E este é o objetivo do Projeto Panapaná. Promover a sustentabilidade das relações e manutenção da saúde familiar.

Evelin Michelacci, advogada e mediadora de conflitos

 


Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 5


Partilha de Bens... Como ficam os bens da família após a separação?

Tudo dependerá do modelo de regime de partilha definido pelo casal antes do matrimônio.

Junto com o(a) advogado(a) tente entrar no melhor contexto para você. 

Exemplo: Adianta ficar morando em uma mega casa e não ter dinheiro para pagar IPTU e condomínio? Nesta partilha nem sempre ficar com o imobilizado será melhor.

Portanto, uma boa assessoria é necessária neste momento de decisão.... o resto da sua vida financeira está em jogo também!

Késia Kupper, economista