UM DOS GRANDES PROBLEMAS HOJE NUMA RELAÇÃO DE CASAIS É SABER PRESERVAR A INDIVIDUALIDADE DENTRO DA CONJUGALIDADE...
Sabemos da importância da sustentação da individualidade de cada cônjuge dentro do casal, mas tão importante quanto, é a vivência da conjugalidade. Numa relação existem três elementos: os cônjuge e a relação do casal que Caillé chama de "O absoluto do casal".
O casal convive ao mesmo tempo, com duas individualidades e uma conjugalidade, ou seja, um casal contém dois sujeitos, dois desejos, duas inserções no mundo, duas percepções do mundo, duas histórias de vida, dois projetos de vida, duas identidades individuais que, na relação amorosa, convivem com uma conjugalidade, um desejo conjunto, uma história de vida conjugal, um projeto de vida de casal, uma identidade conjugal. Esta é a lógica do casamento contemporâneo, na expressão de Philippe Caillé (1991).
Vamos refletir?
- Como preservar a Individualidade dentro da Conjugalidade?
- Como lidar com esse processo paradoxal? Por um lado ressaltar as características individualistas e por outro lado, trabalhar a identidade conjugal de forma que um lado não enfraqueça o outro?
- Como ser um sendo dois?
- Como ser dois sendo um?
- Como um mais um na vida a dois é igual a três?
- O que eu vou deixar para trás da minha história de vida?
- Como negociar de que família nós vamos repetir a história? Quais histórias queremos repetir? Quais histórias queremos formar a partir da conjugalidade e passar para nossos filhos?


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