segunda-feira, 31 de maio de 2021

Da série músicas - Depois



 Da série músicas inspiradas em crise de relacionamento


Depois de sonhar tantos anos 

De fazer tantos planos

De um futuro pra nós

Depois de tantos desenganos

Nós nós abandonamos como tantos casais

Quero que você seja feliz

Hei de ser feliz também

-  O início suas perspectivas e realidade -


Depois de varar madrugada

Esperando por nada

De arrastar-me no chão

Em vão

Tu viraste-me as costas

Não me deu as respostas

Que eu preciso escutar

Quero que você seja melhor

Hei de ser melhor também.

 - A crise, a traição -


Nós dois

Já tivemos momentos

Mas passou nosso tempo

Não podemos negar

Foi bom

Nós fizemos história

Pra ficar na memória

E nos acompanhar

Quero que você viva sem mim

Eu vou conseguir também

 - A aceitação -


Depois de aceitarmos os fatos

Vou trocar seus retratos pelos de um  outro alguém

Meu bem

Vamos ter liberdade

Pra amar à vontade

Sem trair mais ninguém

Quero que você seja feliz

Hei de ser feliz também

 - O recomeço -


Depois...

sexta-feira, 28 de maio de 2021


 Separação conjugal x Relação parental

A separação do casal gera conflitos, provoca dores, traz grandes traumas, principalmente para os filhos.

E sempre é causada pela falta de compreensão da criança que de que a separação ocorreu entre o homem e a mulher e não entre pai e mãe.

É importante, que o ex casal deixe claro para os filhos que a relação que se encerrou foi somente a relação conjugal e não a relação do pai e da mãe, a relação parental).

Você adulto, que está passando por essa situação, tem que ter a consciência e diferenciar essa separação em prol da saúde mental de seus filhos, pois quando não fica claro para a criança o que houve, ela se sente dividida e com a sensação de sempre ter que escolher um lado, trazendo uma incompletude que afetará todo o desenvolvimento ao longo da vida, com dificuldade e sintomas.

A criança tem que saber que não precisa escolher um lado para amar.

Escolha ser feliz, separe-se bem!

Esperanza Pinheiro, terapeuta familiar sistêmica

quinta-feira, 27 de maio de 2021

 


Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 4

O juiz decide a pensão alimentícia de acordo com o binômio possibilidade x necessidade.

Fator este muito importante também na relação Divórcio x Dinheiro.

Visto que esta 4º ação é tão importante, bora lá pedir uma ajudinha à advogada oficial do programa de apoio Panapaná: 

"A fixação de pensão alimentícia aos filhos, menores ou maiores de idade em fase de estudo, é sempre considerada utilizando-se como referência as despesas comprovadas dos filhos (necessidade) e a renda dos pais (possibilidade). Quem não ficar com os filhos arcará com o pagamento das despesas dos mesmos. No entanto, sempre deve ser levado em conta que a reponsabilidade pelos custos dos filhos é 50% para cada genitor".

Para mim a pensão precisa ser compreendida como um valor que permita à parte beneficiada, usualmente filhos menores, manter sua vida dentro dos padrões mais próximos de antes do divórcio. Isto não é tão simples, pois os custos para os provedores, antes casados, tendem a se elevar. Quem pagar a pensão também precisará sobreviver e, na maior parte dos casos, montar uma nova casa em um primeiro momento.

Kesia Kupper, economista

Evelin Michelacci, advogada

quarta-feira, 26 de maio de 2021

 



Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 3 


Contas e dívidas conjuntas!


Todas as contas, despesas e dívidas em conjunto podem e devem ser discutidas no momento do divórcio. 

Para Edgard Leonardo, a dica é colocar tudo no papel e fazer uma avaliação a dois. “O casal deve analisar o que possui e decidir se devem ou não se desfazer de alguns ativos. Vender o carro que está sendo pago conjuntamente, por exemplo, pode evitar levar dívidas para o novo momento. 

Conte conosco para a organização das finanças em um momento de novo cenário!

Kesia Kupper, economista

terça-feira, 25 de maio de 2021

 

Disputa de guarda dos filhos

Esta frase é verdadeira quando estamos lidando com a disputa de guarda dos filhos?

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De todos os dramas emocionais vividos em um divórcio, dissolução de união estável ou simplesmente término de um relacionamento eventual com nascimento de filhos, sem dúvida o mais traumático e triste é a disputa por um filho.

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Nesta disputa tem um EU em primeiro plano. E o filho... em algum plano qualquer.

Quando as alegações para ficar com o filho após a ruptura do relacionamento são: 

“Eu tenho melhores condições de cuidar deles”, 

“Eu dou mais atenção e sei de tudo que eles precisam”, 

“Eu sou melhor para minha filha”, 

“Eu tenho mais dinheiro para criar meu filho em melhores condições que você”, 

à primeira vista parece uma atitude muito altruísta e abnegada do pai ou da mãe não é?

No entanto, todas estas afirmações tratam-se apenas de suas percepções de SI MESMO.

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QUANDO NASCE UM FILHO, independentemente da qualidade de relacionamento dos pais, NASCE UM PAR PARENTAL. E a responsabilidade que estes pais passam a ter é a missão de fazer com que os filhos percebam o quanto AMBOS SÃO IMPORTANTES.

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Portanto, não há condições especiais melhores para um ou outro exercer a responsabilidade parental (a não ser casos graves de comportamento que importe em risco à criança ou adolescente), pois ela nasce com os pais quando nascem os filhos.

Evelin Michelacci, advogada

quinta-feira, 20 de maio de 2021

 

Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 2

Eu preciso contratar um bom advogado??? 

Muitas vezes o barato sai caro... Sim, você precisa contratar um bom advogado. Resolvi participar do programa Panapaná, pois neste programa teremos a junção de Finanças, jurídico e terapêutico. E começando pelo "Jurídico", na maior parte dos casos, o advogado é de grande importância para que tudo seja concretizado da melhor maneira possível. Para as partes não saírem em desvantagens é o advogado que trata e avalia o caso e se você não estiver bem assessorado isto não acontecerá da melhor forma, e o seu bolso pagará caro, o “Financeiro”  atingindo muito mais ainda com seu psicológico, “Terapêutico”.

Entendem que em uma separação se o apoio vir de todos os lados, maiores chances de tudo se resolver rapidamente e de uma forma mais leve! 

Faz sentindo para vocês? Aceitei o convite pois faz todo sentido para mim. 

Bora juntos?

Kesia Kuper, economista

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Da série Divórcio x Dinheiro - Ação 1


 

É muito importante o divórcio ser homologado judicial ou extrajudicialmente. “Tirar das palavras e colocar no papel”, assim definindo diversos assuntos como alteração do estado civil, sobrenome de casado, pensão alimentícia do cônjuge (se for o caso), partilha do patrimônio, guarda, regime de convivência e pensão alimentícia dos filhos.

Formalizar está no processo e tem uma relevância enorme, evitando futuros desgastes. E não pense você que somente para dividir os bens. Ele pode te ajudar a evitar responsabilidade por dívidas futuras, pois estando casados no “papel”, apesar de não estarem mais juntos, pode até te envolver em demandas legais.

Em conversas com a advogada do Programa Panapaná esta afirma que “os envolvidos têm que estar bem seguros e cientes de suas vidas financeiras, como exemplos: Imposto de Renda em mãos, contratos sociais se possuírem empresa, quais contas são conjuntas e quais individuais, senhas bancárias, conhecendo as eventuais dívidas e financiamentos do casal, bem como investimentos e seguros. Ambos devem analisar tudo e se não concordarem com algo percorrer o caminho para uma alteração que fique justa e prática para os dois”.

Kesia Kupper, economista

Melhor a certeza do fim que a esperança de um recomeço falido...

 


A pior situação que você pode viver é quando não decide se vai embora ou se fica.

Se fica porque não quer perder ou de repente some sem dar explicações. 

Quem parte aos poucos nunca está com o coração em paz ou deixa o outro seguro.

É um pouco de dor hoje, alegria amanhã, tristeza noutro dia, expectativas semana que vem, decepção logo depois. Uma instabilidade emocional que maltrata, frustra, machuca, irrita e nunca satisfaz. Como se diz" quase dá mas nenhum vento ajuda quem não tem direção." 

Se você se sente assim no seu relacionamento, calma!! Você não é o único. Você não casou para separar mas, às vezes, isso é inevitável  e podemos escolher seguir na mesma ou mudar de direção para algo que preencha nossa existência. 

Essa decisão pode ser difícil e não é fácil passar por esse processo. Mas com o Programa de Apoio Panapaná que  visa acolher casais em crise conjugal que precisam cuidar do emocional, se instruir juridicamente e se orientar financeiramente nesse momento, pode ser mais tranquilo, mais assertivo.

Esperanza Pinheiro, terapeuta familiar sistêmica

terça-feira, 18 de maio de 2021


Falar sobre dinheiro ainda é um tabu em muitos relacionamentos imagina quando o assunto é divórcio...


Aí que vários aspectos financeiros precisam ser discutidos e solucionados para que não tragam implicações negativas na vida dos ex-cônjuges e /ou filhos. 

Nesse momento, pode parecer até inadequado falar sobre dinheiro, mas é preciso enfrentar a questão. Assunto complicado desde  antes de uma separação, sendo difícil  falar de dinheiro com seu parceiro quando estavam juntos,  imagina separados?

Muitos casais brigam por dinheiro durante o tempo que passam juntos. Dentro deste contexto o escritor, Gustavo Cerbasi no livro “O segredo dos casais inteligentes” reforça as estatísticas que no mundo o  segundo maior motivo de separações é por dinheiro, perdendo somente para a infidelidade.

Não existe nada para falar aqui que diminua a dor de um casal em um processo de separação, mas com certeza poderei contribuir com algumas ações que podemos fazer para tornar mais leve e que possamos separar as escovas de dentes sem muitos traumas.

Começo hoje neste projeto com minha contribuição na área financeira, ajudando e minimizando futuras perdas 💰💰💰💰

Seguirei com 7 ações, uma por dia tentando ajudá-los com base na minha vivência nesta área.

Bora lá ?

Kesia Kupper, economista

domingo, 16 de maio de 2021


Quais os resultados da falta de informação sobre os direitos e o que a Justiça efetivamente resolve em relação à dissolução, patrimônio e filhos?

Quando o casal se vê em crise profunda, a primeira coisa que um dos dois (ou os dois) pensa(m) é: "não tem mais condições, amanhã vou procurar um advogado para me separar".

No entanto, nenhum dos dois pára para pensar sobre todas as consequências, nem o que pode ser resolvido consensualmente e o que o judiciário realmente resolve.

A ideia é: "A Justiça que vai resolver meu divórcio, as questões da partilha dos bens e dos filhos".

Ocorre que o Judiciário não quer saber de quem é a culpa, se tem motivo ou não para se separar, se a única casa financiada que o casal possui vai ter que ser vendida ou não, se um dos dois vai ficar morando nela ou não, nem como é a dinâmica dos filhos com o casal para valorar a pensão alimentícia.

O Judiciário vai decretar o divórcio, bastando apenas a vontade de apenas um, vai determinar a divisão do patrimônio em 50% para cada um (se casados pelo regime parcial de bens) e o pagamento de pensão alimentícia em determinado parâmetro de valor para o lar que ficarem as crianças (independentemente se a guarda for compartilhada).

Ou seja, o Judiciário não resolve as questões práticas do dia a dia. Por quê? Porque não sabe o cotidiano daquele casal, daquela família.

Muitas vezes o casal, ou um deles, não se dispõe a buscar o auxílio de profissionais na área da psicologia, terapia, mediação, com o discurso de que: "Para que vou procurar um estranho para contar meus problemas?"

Contudo, vão até o Judiciário e na frente do juiz (uma pessoa desconhecida) trazem todos os problemas do relacionamento, as tristezas, os ressentimentos, os desrespeitos havidos entre as partes, sem qualquer pudor em revelar , tudo na suposição de que o magistrado vai saber quem tem razão e, assim, vai determinar sobre a vida dos dois.

Ledo engano. 

O que vai resolver a vida do casal é a informação, o conhecimento, a busca do auxílio de profissionais especializados em facilitar o diálogo, o consenso e a resolução vinda de cada um dos envolvidos e não ditada por um terceiro desconhecido.

Por isso, BUSQUE INFORMAÇÕES! BUSQUE SE CONHECER! BUSQUE SABER AS CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS E FINANCEIRAS de uma dissolução do relacionamento, antes de decidir qualquer coisa.

Evelin Michelacci, advogada


 

CASTELO DE AREIA     


Ah o amor! Expandir-se na alegria e desaparecer na tristeza. 

Construir seu castelo e vê-lo desmoronar. 

A areia bem define o fundamento da vida, a natureza impermanente de tudo. Ela pode ser sólida e firme, mas pode-se dissolver a qualquer momento. Os grãos de areia continuam lá, a  mesma matéria que formou o castelo se desfaz, mas não deixa de existir. Ao se juntar ao mar, se prepara para assumir uma nova forma, para remodelar. 

Assim também o amor, que permanece. Mas às vezes não é suficiente para segurar as estruturas e então desmorona, para se transformar. Pois continua presente em cada grão de areia, em cada lembrança, momento. Para sempre, eternamente. Pois os ciclos são passageiros, as formas são passageiras, mas a natureza do amor é eterna e compõe todos os cenários da vida.

Raissa Zoccal